Manutenção preventiva em elevadores sociais

O elevador social é um dos equipamentos mais usados (e mais críticos) de um edifício residencial. Ele impacta diretamente a rotina dos moradores, a acessibilidade e, principalmente, a segurança.

Por isso, a manutenção preventiva não deve ser tratada como “mais um custo” do condomínio, e sim como uma estratégia de gestão: ela reduz falhas, evita paradas inesperadas e aumenta a vida útil do equipamento.

Hoje, você vai entender o que é manutenção preventiva, quais benefícios ela traz e o que observar para manter o elevador social funcionando com mais confiabilidade no dia a dia.

O que é manutenção preventiva em elevador social?

A manutenção preventiva é um conjunto de inspeções e ajustes realizados periodicamente, com o objetivo de identificar desgastes e corrigir pequenas irregularidades antes que se transformem em problemas maiores.

Em vez de agir apenas quando o elevador para (manutenção corretiva), a preventiva trabalha com prevenção, planejamento e registro técnico.

Em outras palavras: é a diferença entre lidar com “apagões” e emergências versus manter um cronograma de cuidados que dá previsibilidade à operação do condomínio.

Benefícios de manter a preventiva de elevador social em dia

1) Mais segurança para moradores e visitantes

Componentes de porta, nivelamento, freios e sistemas de comando exigem verificação constante. A manutenção preventiva ajuda a manter os dispositivos de segurança dentro das condições adequadas de funcionamento, reduzindo riscos e ocorrências.

2) Menos paradas e menos reclamações

Falhas em elevadores quase sempre aparecem como sinais pequenos: ruídos, trancos, porta “voltando”, demora na resposta. Quando esses sintomas são tratados cedo, o condomínio evita interdições, atendimentos emergenciais e transtornos em horários de pico.

3) Redução de custos no longo prazo

A conta da corretiva costuma ser mais alta: troca de peças em caráter de urgência, deslocamentos extras, maior tempo de parada e, em alguns casos, danos em componentes associados. A preventiva diminui a chance de “efeito dominó” e ajuda a manter o custo sob controle.

4) Aumento da vida útil do elevador social

Manter lubrificação, ajustes e calibragens em dia reduz desgaste prematuro. Resultado: o elevador social tende a operar melhor por mais tempo, com menos substituições inesperadas.

O que normalmente é checado na manutenção preventiva

A rotina pode variar conforme o modelo e a configuração do elevador, mas, de forma geral, uma boa manutenção preventiva contempla pontos como:

  • Portas e operadores: funcionamento suave, sensores, reabertura, alinhamento e travamentos.
  • Cabina e botoeiras: botões, iluminação, ventilação, sinalização e comunicação de emergência.
  • Nivelamento e parada: precisão ao alinhar com o andar (um dos itens que mais afeta segurança e conforto).
  • Ruídos e vibrações: checagem de anomalias que podem indicar desalinhamento ou desgaste.
  • Painel de comando e componentes elétricos: integridade, conexões, resposta do sistema e falhas intermitentes.
  • Itens de segurança: testes e verificações conforme orientação técnica do equipamento.

Checklist rápido do síndico: sinais que merecem atenção

Mesmo sem conhecimento técnico, a gestão predial pode (e deve) observar:

  • trancos, vibração ou ruído “novo”
  • desnivelamento ao parar
  • porta demorando para abrir/fechar ou “voltando” sem motivo aparente
  • falhas intermitentes, mensagens de erro e reinicializações
  • cheiro de queimado ou aquecimento anormal
  • aumento de reclamações dos moradores

Se algum desses pontos aparecer com frequência, vale solicitar avaliação técnica imediata.

Qual a frequência ideal da manutenção preventiva?

Não existe um número único que sirva para todos os condomínios. A frequência depende de fatores como intensidade de uso, idade do elevador, condições do prédio e recomendações do fabricante e da empresa responsável. 

O mais importante é ter um plano recorrente, com visitas programadas e histórico de inspeções, evitando períodos longos sem checagem.

Como escolher uma empresa de manutenção (e o que cobrar)

Para síndicos, administradoras e gestores, a manutenção preventiva precisa ser mensurável. Na prática, isso significa cobrar:

  • Relatórios claros de cada visita, com checklist do que foi verificado e eventuais ajustes realizados
  • Plano de manutenção e orientações de melhorias (quando necessário)
  • SLA de atendimento para emergências e prazo de retorno para demandas recorrentes
  • Transparência sobre peças, trocas e recomendações técnicas
  • Organização do histórico, facilitando auditoria, prestação de contas e tomada de decisão

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